DESTAQUES GAFANOMICS® [03/NOV/2017]

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Por: Joachim Renaudin, analista de projetos na FABERNOVEL INNOVATE Paris

“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL.

Amazon ultrapassará Apple na liderança do mundo tecnológico?

A Apple já não é a empresa mais poderosa no que toca a inspirar paixão e confiança aos clientes, de acordo com um estudo publicado pelo The Verge. Durante muito tempo, a Apple esteve entre as empresas favoritas dos consumidores americanos, pela sua capacidade de criar uma comunidade de fãs e early adopters que publicitam a marca.

A magia Apple já não está a funcionar tão bem como dantes? O número elevado de pré-reservas do iPhone X parece indicar o contrário. Os produtos da Apple são extremamente populares, mas a empresa perdeu crédito enquanto empresa (a par do serviço, a confiança em termos de utilização de dados pessoais).

A Amazon, por outro lado, parece ter uma relação de grande confiança com os seus clientes, menos apreensivos em relação ao que a empresa faz com os seus dados, comparando com a Google, Apple ou Facebook. Um sinal de que a Amazon se vai tornar no novo Rei do mundo tecnológico?

Snapchat começa a criar um ecossistema

O Snapchat lançou um programa de aceleração, Snap Accelerate, que oferece apoio e recursos (cupões media, filtros para marcas, apoio técnico, acesso a APIs, acesso prévio a novas ferramentas do Snap e produtos de publicidade) específicos para startups mobile em fase de crescimento.

Este programa pode ser visto como a primeira plataforma dedicada a programadores do Snapchat e representa uma movimentação estratégica no mercado de publicidade mobile. O Snapchat, a melhor empresa de media para as marcas que querem chegar a uma audiência mais jovem, está a tornar-se a ferramenta mais poderosa de atração de millennials para os negócios mobile (o Snapchat é a App social preferida de um público entre os 18 e os 34 anos).

O Facebook tem replicado as funcionalidades inovadoras do Snapchat (como as stories, por exemplo), enquanto o Snap utiliza a estratégia de sucesso do Facebook. Veremos qual das abordagens irá atrair (e manter) a próxima geração de utilizadores!

Facebook aniquila futuros “Facebooks”

O Facebook adquiriu a tbh, uma App para adolescentes com crescente popularidade nos Estados Unidos. Está a tornar-se mais difícil ser-se bem sucedido no domínio dos consumidores na Internet porque as gigantes tecnológicas crescem todos os dias.

O Facebook adquiriu o Instagram e o WhatsApp e, após uma tentativa falhada de compra do Snapchat, começou a copiar funcionalidades – como a “stories” e os “filtros” – da empresa para tentar derrubá-la. Sempre que um novo player emerge, o Facebook só tem de copiar a funcionalidade ou comprar a empresa em questão para evitar o crescimento de concorrência.

Isto é importante? Sim. Ao evitar o surgimento de futuros “Facebooks”, o Facebook aniquila a inovação e não deixa outra opção aos consumidores se não a sua plataforma. Uma vez que detém a base de utilizadores mais vasta, o Facebook é capaz de convencer todos os produtores de conteúdos a distribuir notícias e media na sua plataforma e tornar-se ainda mais dominante.

Arábia Saudita concede cidadania a um robô

A Arábia Saudita concedeu a cidadania ao robô humanóide Sophia. O robô foi criado pela Hanson Robotics e surgiu, recentemente, numa conferência de tecnologia em Riyadh. Para além do facto lamentável de que este robô tem mais direitos do que as mulheres num dos países mais opressivos do mundo (apareceu no palco com o corpo parcialmente a descoberto), a cidadania enfatiza as crescentes preocupações sobre os robôs e a inteligência artificial.

Se os próximos robôs obtiverem estatuto de cidadãos terão de ser responsáveis pelas suas ações. Como é que os tribunais vão criar um quadro legal para este novo tipo de cidadãos? Além disso, se são considerados cidadãos, o seu trabalho pode ser re-classificado como emprego. Então, devem pagar impostos?

O que é certo é que, enquanto mulher, a Sophia vai poder guiar no próximo ano, uma vez que a Arábia Saudita vai permitir às mulheres conduzir no país em 2018.

INSTINCT

Fundada em 2012, em Lisboa, a Instinct foi uma das primeiras agências de inovação em Portugal. Inspirada pelas empresas líderes na nova economia e com uma abordagem customer-centric, a Instinct ajuda as empresas a mudar o foco: Conhecer os clientes antes da estratégia, pensar numa solução antes da tecnologia e, sobretudo, testar antes de investir. Da consultoria, passando pelo design, pela tecnologia e pela comunicação, a Instinct ajuda as grandes empresas a executar a sua melhor versão de futuro. E-mail: hello@instinct.pt

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