A Mammoth Biosciences está a desenvolver um kit doméstico para diagnosticar várias doenças, incluindo malária, tuberculose e zika, através da CRISPR (Clusters of Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats), uma tecnologia revolucionária que permite cortar/mudar o ADN numa localização específica, como uma tesoura molecular.
O teste consiste num papel do tamanho de um cartão de crédito e uma app. O modo de funcionamento é muito semelhante a um teste de gravidez, só que pode ser realizado com urina, sangue ou saliva, e os resultados ficam disponíveis na aplicação através de uma fotografia que é tirada ao teste.
Na ferramenta de diagnóstico da Mammoth, a CRISPR funciona como um motor de busca minucioso da biologia: é capaz de analisar localizações específicas do código genético e pode ser programada para detetar sequências genéticas que correspondem a um determinado vírus (a tecnologia é capaz de detetar mais do que uma doença num único teste).
Para além da saúde humana, o poder desta tecnologia pode aplicar-se a animais, na agricultura para identificar microrganismos que podem ser encontrados no solo, ou na indústria do petróleo e gás para detetar microrganismos corrosivos em condutas.
A Mammoth Biosciences foi cofundada por Jennifer Doudna, uma das principais responsáveis pela descoberta da CRISPR. Vale a pena ver a explicação da geneticista e professora na Universidade da Califórnia sobre as potencialidades desta tecnologia:
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