A Apple apresentou os novos iPhones 17 e o novo iPhone Air, o modelo mais fino da marca, com apenas 5,6 mm e 165 gramas, que vão estar disponíveis a partir de 19 de setembro.
O iPhone 17, com preços a partir dos 989 euros, tem um ecrã de 6,3 polegadas, armazenamento a partir de 256GB e proteção Ceramic Shield 2, três vezes mais resistente a riscos. No interior, integra o chip A19 com Neural Engine e GPU 20% mais rápida, preparado para multimédia, jogos e ferramentas de Apple Intelligence no iOS 26. A autonomia também melhora: oferece mais oito horas de vídeo em relação ao iPhone 16 e carrega 50% da bateria em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 Air é feito em titânio, usa apenas eSIM e tem um preço base de 1249 euros. No interior, vem equipado com o chip A19 Pro, três vezes mais rápido que o A18, preparado para tarefas com inteligência artificial, além de ligação de última geração com Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. O modelo tem uma bateria inteligente que assegura um dia completo de autonomia. Tem também uma câmara principal de 48 MP com sistema Fusion Camera, que combina dois sensores num só.
Os novos AirPods Pro 3 têm um cancelamento de ruído mais eficaz, cinco tamanhos de adaptadores, sensores de batimento cardíaco e tradução em tempo real. O preço mantém-se nos 249 euros, com lançamento na mesma data dos iPhones.
Na linha de relógios, chegam o Apple Watch Series 11 (desde 459 euros), mais fino e com monitorização de hipertensão, o Ultra 3 (909 euros), com comunicações por satélite e até 72 horas de bateria, e o SE 3 (279 euros), agora com ecrã sempre ativo. O novo iOS 26 e WatchOS26 estreiam o design Liquid Glass, mais translúcido e fluido, trazendo uma mudança visual significativa no sistema.
Google lança modelo de edição de imagens no Gemini
A Google apresentou uma nova versão do seu modelo de edição de imagens integrado na app Gemini. Esta nova versão consegue manter o rosto de pessoas e animais, mesmo após várias alterações.
Os utilizadores podem agora editar imagens apenas com linguagem natural: trocar fundos, sobrepor elementos ou até combinar várias fotos num único cenário, de forma simples e automática. O modelo permite ainda melhorar em sequência, para editar várias partes da imagem mantendo a coerência e consistência.
Além disso, a Google reforçou a transparência e a proteção contra usos indevidos garantindo que todas as imagens geradas ou editadas incluem uma marca visível e outra invisível (SynthID), para identificar facilmente a sua origem artificial.
Meta investe 100 MW em central solar nos EUA
A Meta anunciou um acordo com a Silicon Ranch para construir uma central solar de 100 megawatts na Carolina do Sul, um investimento de 100 milhões de dólares. Este é o 18.º projeto conjunto entre a Meta e a Silicon Ranch, que já atraíram mais de 2,5 mil milhões de dólares em investimentos.
A energia gerada vai abastecer o futuro data center de inteligência artificial, que vai entrar em funcionamento em 2027, e que terá um investimento de 800 milhões de dólares.
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