As receitas da Meta no terceiro trimestre do ano foram de 40,589 mil milhões de dólares, um pouco acima do que os analistas previam (40,250 mil milhões de dólares).
Em relação ao lucro líquido, este valor chegou aos 15,7 mil milhões de dólares, um aumento considerável em relação ao trimestre anterior (de 13,5 mil milhões de dólares).
Já as receitas em publicidade foram de 39,9 mil milhões de dólares, sendo que a publicidade representou 98,3% da receita total da Meta.
No atual trimestre, a empresa prevê que as receitas se situem entre os 45 mil e os 48 mil milhões de dólares.
A Meta registou ainda que, no terceiro trimestre, o número de pessoas ativas diariamente foi de 3,29 mil milhões, um número que ficou um pouco abaixo das expectativas dos analistas (3,31 mil milhões).
Relativamente às despesas totais do ano, a gigante tecnológica comunicou que deverão ser de 96 mil milhões a 98 mil milhões de dólares.
Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, justifica os bons resultados do último trimestre com o progresso da AI nas suas aplicações e negócios.
No que diz respeito à divisão Reality Labs, responsável por desenvolver tecnologias de ponta em realidade aumentada e realidade virtual, a empresa registou perdas operacionais de 4,4 mil milhões de dólares e prevê que continuem a aumentar em relação ao ano passado “devido aos atuais esforços de desenvolvimento de produtos e investimentos para dar escala ao ecossistema”.
Receitas e lucros da Alphabet aumentam neste trimestre
As receitas da Alphabet, detentora da Google, foram de 88,3 mil milhões de dólares no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 4% em relação ao trimestre anterior (84,7 mil milhões de dólares) e 15% face ao trimestre homólogo.
Em termos globais, o lucro líquido da empresa foi de 26,3 mil milhões de dólares, um aumento de 11,4% em relação ao trimestre anterior e de 33,5% em relação ao homólogo.
Relativamente às receitas de publicidade foram de 65,854 mil milhões de dólares, uma subida de 10% face ao homólogo.
Em relação à divisão Cloud da Google, as receitas foram de 11,35 mil milhões de dólares, uma subida de 34% face ao homólogo e de 9,6% face ao anterior.
Durante a apresentação de resultados, Anat Ashkenazi, diretora financeira da Alphabet, referiu que uma das principais prioridades que continuará a ter será o corte de custos e aumento de eficiência em toda a empresa com a integração de inteligência artificial na otimização de processos; em paralelo, o plano de investimentos continuará com foco em infraestruturas e data centers para reforçar o serviço de Cloud e produtos de inteligência artificial.
Já o CEO Sundar Pichai revelou que mais de 25% de todo o novo código produzido é agora gerado por inteligência artificial.
Microsoft regista lucro de 24,7 mil milhões de dólares
A Microsoft registou receitas de 65,59 mil milhões de dólares no primeiro trimestre fiscal, um número acima das expectativas dos analistas (que esperavam receitas de 64,51 mil milhões de dólares).
Já o lucro líquido foi de 24,67 mil milhões de dólares.
Em relação ao atual trimestre, a Microsoft prevê receitas entre os 68,1 mil milhões e os 69,1 mil milhões de dólares.
Relativamente aos lucros operacionais, a empresa registou um valor de 30,7 mil milhões de dólares.
A Microsoft justifica estes bons resultados não apenas com as vendas das unidades de Cloud, mas também com o forte investimento em AI.
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