O TikTok anunciou o reforço das suas ferramentas de controlo parental, com o objetivo de proporcionar maior segurança aos utilizadores mais jovens.
A funcionalidade “Time Away” permite aos pais definir horários em que os filhos não podem aceder à plataforma; já o recurso “Family Pairing” permite aos pais acompanhar de perto a atividade dos filhos, revelando quem seguem, quem os segue, e que contas escolheram bloquear.
O TikTok introduziu ainda uma funcionalidade de meditação, o “Wind Down”, para incentivar os jovens a desligarem-se da aplicação durante a noite. Surge automaticamente no “For You” após as 22h para utilizadores com menos de 16 anos, apresentando música relaxante para promover o descanso.
A Google DeepMind apresenta dois modelos de AI
A Google DeepMind apresentou, através da Gemini Robotics, dois novos modelos de inteligência artificial.
O Gemini Robotics, baseado no Gemini 2.0, permite aos robôs realizarem tarefas complexas no mundo real, compreendendo linguagem natural e adaptando-se a novas situações com destreza. Este modelo é ainda capaz de manusear objetos com precisão e interagir com ambientes dinâmicos, podendo ser aplicado em diversas plataformas robóticas, incluindo robôs humanoides.
O segundo modelo, Gemini Robotics-ER, foca-se no raciocínio espacial, melhorando a compreensão do mundo por parte dos robôs. Esta capacidade permite um controlo mais preciso e seguro das ações, possibilitando aos robôs compreender intuitivamente objetos e planear ações seguras, como agarrar num objeto específico.
A Meta testa o seu primeiro chip de AI
A Meta está a desenvolver um chip próprio para treinar modelos de inteligência artificial, numa tentativa de reduzir a sua dependência da Nvidia e otimizar os custos de infraestrutura.
Este processador, desenvolvido internamente, é especializado em tarefas de AI, prometendo maior eficiência energética, e já passou pela fase de testes de produção.
Esta iniciativa integra-se no projeto Meta Training and Inference Accelerator (MTIA), que pretende criar chips de silício personalizados para sistemas de recomendações e pesquisas avançadas.
A Meta já utiliza um chip de inferência para alimentar os sistemas de recomendação de notícias no Facebook e Instagram. O objetivo futuro é utilizar os novos chips para treinar modelos de recomendação e, posteriormente, produtos de AI generativa, como o chatbot Meta AI.
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