A inteligência artificial (AI) é o tema do momento. Como sempre, há muitos receios sobre o desconhecido e o medo do desconhecido dá, como sempre, palco aos “velhos do Restelo”, com visões apocalípticas sobre o futuro da humanidade. A evolução da humanidade é paralela à inovação e, claro, à tecnologia: sempre assim foi e assim será.
Com a inteligência artificial, estamos a assistir a um grande salto a uma velocidade nunca antes sentida, e isso é novo!
Apesar de não haver dúvidas de que o saldo da tecnologia na transformação da humanidade é bastante positivo, as visões negativas sobre a AI e os seus perigos são normalmente mais destacadas do que as positivas.
O livro Superagency: What could possibly go right with our AI future, escrito por Reid Hoffman (co-fundador do Linkedin) e o jornalista Greg Beato, destaca o impacto positivo da AI com uma visão tecno-humanista em que a AI tem um papel amplificador das capacidades humanas e não o fim da humanidade (como muitos antecipam).
Para demonstrar na prática esta amplificação das capacidades humanas, Reid Hoffman fez um clone virtual que leu o livro e o explica ao verdadeiro Reid Hoffman:
Fica o convite à leitura do SuperAgency e à reflexão sobre o nosso papel na construção de um futuro onde a tecnologia e a humanidade convergem positivamente para um bem maior.
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