DESTAQUES GAFANOMICS® [04/AGO/2017]

#ancora1 #ancora2#ancora3

Por: Joachim Renaudin, analista de projetos na FABERNOVEL INNOVATE Paris

“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL. 

Tesla transformou a indústria automóvel

A Tesla celebrou, oficialmente, a venda do primeiro Model 3, o seu primeiro automóvel para o mercado de massas. Foram já registadas mais de 400 mil pré-encomendas (tem um custo de 35 mil dólares), naquilo que podemos chamar de maior campanha de crowdfunding de sempre.

O número de vendas da Tesla dificilmente pode ser comparado com o dos fabricantes automóveis tradicionais, que vendem milhões de carros todos os anos. Contudo, acreditamos que a Tesla foi bem sucedida na sua missão para mudar o mundo: “acelerar a transição mundial para o transporte sustentável“. Ao provar que os veículos elétricos podem ter uma longa autonomia e atrair um vasto público a um custo razoável, a empresa estimulou uma onda de investimento em automóveis elétricos. Todos os grandes fabricantes mundiais comprometeram-se a intensificar os seus programas dedicados a veículos elétricos. A Tesla foi só o catalisador, aproxima-se agora uma verdadeira revolução.

Economia da partilha em ascensão na China

Nos últimos dois anos, a atenção dada à economia da partilha na China estava concentrada na disputa entre a Uber e a Didi pela liderança no transporte on-demand. Mas desde que a Didi adquiriu a UberChina e detém o monopólio do ride-sharing, os investidores e os meios de comunicação voltaram-se para outras empresas. Hoje, existem, no país, mais de 30 startups de bike-sharing e uma das primeiras a entrar neste mercado, a Ofo, já possui uma valorização superior a mil milhões de dólares.

Para além dos transportes, os setores financeiro, da saúde e do alojamento estão também a ser disrompidos por plataformas. Mais de 600 milhões de chineses utilizaram, no ano passado, serviços com base na economia da partilha – um mercado que já vale mais de 500 mil milhões de dólares. Já não se trata só da economia da partilha, trata-se da economia de consumo, como um todo, que está a ser “engolida” pelas plataformas digitais.

Será que vai gostar do seu avatar no Facebook?

O Facebook está convencido de que a realidade virtual é o futuro das redes sociais e de que os utilizadores vão interagir via avatares, utilizando um headset.

Este ano, a empresa lançou uma versão da Spaces, uma aplicação concebida para utilizar a rede social em realidade virtual. Embora tudo o que está a ser visualizado seja um cenário real, o avatar de cada utilizador surge em forma de desenho animado. O Facebook acredita que um avatar demasiado realista poderia assustar os utilizadores ou criar uma sensação de estranheza. Por isso, decidiu criar desenhos animados “acolhedores e encantadores”, realistas o suficiente para permitir o reconhecimento do utilizador.

É engraçado, parte do sucesso inicial do Facebook foi resultado precisamente do facto de se utilizar nomes reais, ao contrário de outras plataformas sociais, como o MySpace. Em 2004, utilizar o nosso nome verdadeiro online era tão estranho como trocar ideias com clones virtuais dos nossos amigos com um headset na nossa cabeça. O tempo voa.

Conselheiro de Trump quer regular Facebook e Google como empresas de serviços públicos

Steve Bannon, o principal conselheiro da Casa Branca, afirmou que o Facebook e a Google devem ser regulamentados como empresas de serviços públicos, umas vez que se tornaram tão dominantes no nosso quotidiano e em quota de mercado. A justificação de Steve Bannon é de que os gigantes digitais geram tremendos efeitos de rede que resultam em elevadas barreiras à entrada de concorrentes. Além disso, até Mark Zuckerberg afirmou que o Facebook é uma “social utility”.

Será que Steve Bannon quer meramente proteger a concorrência e o interesse dos consumidores norte-americanos? Na FABERNOVEL acreditamos que as motivações do principal conselheiro de Trump para regulamentar o Facebook têm como finalidade atingir Mark Zuckerberg… que, segundo rumores, candidatar-se-á à presidência dos Estados Unidos em 2020!

INSTINCT

Fundada em 2012, em Lisboa, a Instinct foi uma das primeiras agências de inovação em Portugal. Inspirada pelas empresas líderes na nova economia e com uma abordagem customer-centric, a Instinct ajuda as empresas a mudar o foco: Conhecer os clientes antes da estratégia, pensar numa solução antes da tecnologia e, sobretudo, testar antes de investir. Da consultoria, passando pelo design, pela tecnologia e pela comunicação, a Instinct ajuda as grandes empresas a executar a sua melhor versão de futuro. E-mail: hello@instinct.pt

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