Adaptar os clássicos para a televisão é sempre uma tarefa ingrata e, convenhamos, na maioria das vezes parcamente conseguida.
A série retrata a disruptiva Nova Londres, onde tudo é controlado e monitorizado: a cidade é populada por bebés proveta, estratificados socialmente à priori (conforme as necessidades populacionais), as pessoas são alimentadas com comprimidos mágicos que definem as emoções e tudo é controlado por Inteligência Artificial – uma originalidade dos guionistas que, a meu ver, faz todo o sentido.
Ao contrário do livro, que nos apresenta um único humano comum, este formato romantiza a segregação com a “Reserva de Selvagens”, onde um pequeno número de cidadãos é mantido para exposição e divertimento dos Nova Londrinos.
Com quase um século, mas tão atual, esta história é uma bengala para a reflexão daquilo que podemos vir a fazer, com o apoio da cada vez mais emergente tecnologia. A pergunta que deixo é: Até que ponto, é que o que aqui é apresentado está espelhado no impossível?
Numa altura em que Jeff Bezos se dedica ao estudo da imortalidade, é precoce especular sobre resultados, por isso a ideia de um comprimido único não me parece assim tão descabida.
Nvidia mobiliza 500 mil milhões para a AI | OpenAI compra startup para criar apresentações…
A Atach é uma prancha de surf portuguesa que se divide em três partes e…
Unitree estreia-se em bolsa com subida de 460% | Netflix aposta no talento criativo indiano
Neste Weekend, sugerimos-lhe uma leitura para perceber porque é que a Inteligência Artificial pode ser…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Google Maps ganha novas funções de AI | Zoox começa a cobrar por viagens em…