Entre 20 a 30% dos cancros de mama desenvolvem-se entre duas mamografias de rotina, intervaladas de 18 a 24 meses. Por ter tido um familiar em que isso aconteceu, uma investigadora do MIT, Canan Dagdeviren, desenvolveu um pequeno dispositivo portátil que permite uma monitorização contínua em casa.
Impresso em 3D e com um design inspirado na estrutura de uma colmeia para garantir maior flexibilidade, este wearable é colocado na mama, por cima de um sutiã próprio, que tem aberturas para permitir o contacto do scanner com a pele. Depois, pode ser ajustado em seis posições para analisar, em tempo real, o tecido mamário de diferentes ângulos e com um elevado detalhe.
Desta forma, torna mais rápido e mais fácil a deteção de tumores ou quistos e apoia um diagnóstico precoce de cancro de mama que pode salvar vidas.
O objetivo dos investigadores do MIT é que este wearable seja útil para os pacientes com maior risco de desenvolver cancro da mama no tempo de espera até realizar uma nova mamografia e também para quem não tem acesso a exames regulares.
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