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Qual é a chave para a educação competir na economia da atenção?

A educação é o motor de todas as nações. É através da educação que surgem oportunidades, prosperidade e avanço na nossa sociedade.

No entanto, ao analisarmos o estado do ensino pelo mundo fora, podemos observar grandes disparidades no acesso a uma boa educação, especialmente quando falamos de países com uma situação económica bastante deteriorada.

Esta discrepância altera consideravelmente quando olhamos para o acesso a smartphones. Com as taxas de penetração de smartphones em constante crescimento nos últimos anos, mais de 6 mil milhões de utilizadores têm uma ferramenta não só de entretenimento como também de aprendizagem.

Luis von Ahn, cofundador da aplicação Duolingo, percebeu esta dinâmica e decidiu criar algo que desse a oportunidade a todos de aprender novos idiomas, num sistema onde os mais privilegiados subsidiam a educação dos menos favorecidos, na verdade, sem se aperceberem que o estão a fazer. Isto faz do Duolingo uma aplicação com mais de 80 milhões de utilizadores mensais e mais de 5 milhões de subscritores pagantes. Curiosamente, um dos seus utilizadores é Bill Gates, que revelou estar a aprender francês através desta app.

Contudo, a competição de aplicações educativas não acontece apenas com aplicações do mesmo segmento, competem com todas as outras que exploram ao máximo a nossa atenção. Neste campo as redes sociais vencem por completo, fazendo com que passemos muitas horas agarrados aos dispositivos que transportamos nos bolsos.

Diante esta realidade, como é que uma aplicação como o Duolingo é capaz de captar a nossa atenção, num mercado extremamente competitivo? Como é que os princípios que tornam as redes sociais viciantes podem ser aplicados em outras indústrias, como a educação?

Descubra isto e muito mais nesta divertida Ted Talk com o próprio Luis von Ahn:



Miguel Alves

Miguel é Senior Business Analyst na Instinct desde o final de 2022. Formado em Gestão de Empresas e Gestão da Banca e Mercados Financeiros pela Universidade Europeia, com uma carreira que inclui experiência na área da banca e em empresas tecnológicas como Capgemini, Affinity, Ageas e SIBS. Durante a sua carreira, contribuiu para a construção de aplicações tecnológicas em vários setores de atividade. Miguel é um entusiasta das novas tecnologias, especialmente em áreas como Crypto, NFTs e Web3. Ele acredita firmemente no potencial destas tecnologias e como podem mudar a forma como interagimos e comunicamos.

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