E se os chineses chegarem à computação quântica antes do mundo ocidental?
A História voltaria a repetir-se. Foram os chineses que descobrirem a pólvora no século IX, o que lhes deu uma vantagem competitiva na defesa do seu território. Com a computação quântica não é só uma questão de defesa (ou de aceleração) é também uma questão de controlo do mundo.
É neste contexto que David Lisner, um jovem investigador tecnológico ambicioso e extremamente cartesiano, trabalha e vive. Uma sociedade hiperdesenvolvida e hiperconectada que zela pelo bem-estar dos seus habitantes, chamados de “Regulares”.
Separada por uma fronteira de alta segurança, desenvolveu-se uma região rebelde que se isolou do resto do mundo, rejeitando a tecnologia e preferindo preservar o papel, os chamados “Exilados”.
Com a morte do sociólogo Robert Solo, David depara-se com uma missão completamente inesperada: deslocar-se a este território hostil e entrar em contacto com Eve Montoya, sobrinha e única herdeira do eminente sociólogo. O seu objetivo é convencer Eve a mudar-se para o lado dos “Regulares” e recuperar um relatório do seu tio que pode ameaçar todo o equilíbrio da sociedade regular.
Em Un Monde presque parfait (Um mundo quase perfeito), o seu décimo livro, Laurent Gounelle analisa com factos e sem crenças, a sociedade hiperconectada para a qual nos dirigimos. Imaginando os possíveis excessos da tecnologia e o controlo de tudo, até das nossas emoções (com chips reguladores), é um livro que ajuda a tomar consciência da importância do pensamento crítico, do livre arbítrio e da liberdade de decidir o rumo das suas vidas.
Laurent Gounelle é um filósofo da atualidade, na era da Inteligência Artificial, é também um dos romancistas franceses mais traduzidos em todo o mundo. Os seus livros, todos bestsellers, exprimem a sua paixão pela filosofia, psicologia e desenvolvimento pessoal, com uma forte noção do mundo das empresas e da tecnologia. Acabado de sair, Un Monde presque parfait não vai tardar a ser traduzido para inglês e português. Fique atento(a)! Vale a pena.
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