Foi depois de ter sofrido um ataque cardíaco em idade jovem que Martin Ratz resolveu, em 2019, criar a Doccla, uma empresa focada na criação de serviços de “enfermaria” virtuais.
O fundador da marca com sede em Londres, Reino Unido, quis encontrar uma forma tecnológica e eficiente de fazer o seguimento dos pacientes após receberem alta ou, em alguns casos, quando não chegam a ir ao hospital.
Juntamente com Dag Larsson, criou uma plataforma capaz de monitorizar os doentes remotamente e de forma segura e personalizada. Além de ligarem rapidamente os profissionais de saúde aos doentes, as “enfermarias virtuais” permitem libertar recursos e reduzir custos.
Os doentes recebem um conjunto de dispositivos de monitorização para medição permanente de indicadores como a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. Além disso, através de uma app que permite a integração de dados em tempo real, podem ser notificados com lembretes e alertas e comunicar com as equipas médicas.
Do lado dos profissionais, é possível ter acesso aos dados dos pacientes através de um painel de controlo clínico, receber alertas quando é necessário dar mais atenção a determinado sintoma ou há alguma alteração de saúde preocupante e tomar melhores decisões clínicas.
Após consolidar a sua posição no Reino Unido e na Irlanda, a empresa captou um investimento de 46 milhões de dólares para acelerar a sua expansão na Europa e vai destinar parte desses recursos à contratação de equipas locais em novos mercados.
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Apple com novo tipo de subscrição na App Store | Snapchat aposta em anúncios com…
A Speediance desenvolveu um equipamento de treino inteligente que combina exercícios de força e cardio…
Alan Kay, informático norte-americano
DeepSeek revela novo modelo de AI | X lança nova app de mensagens
A Nauto criou uma solução de segurança automóvel direcionada principalmente para veículos de frota. O…