A arte e a tecnologia sempre estiveram ligadas. Grandes cientistas que exploravam e dominavam ciências exatas foram grandes artistas, como Leonardo da Vinci ou Antoni Gaudí.
Com o digital e a inteligência artificial, a arte ganha novas dimensões com a programação e sensores que recebem como inputs movimentos ou informação e geram diferentes outputs garantindo experiências únicas e personalizadas, podendo mesmo ajudar na inclusão social, seja de pessoas seniores, cegas ou com dificuldades de desenvolvimento.
Parece ficção, mas é realidade, como mostra nas suas obras o talentoso artista português Rudolfo Quintas, que faz magia no cruzamento da arte com a tecnologia e que partilha neste episódio Tech Balance da Fundação MEO feito em parceria com a Instinct.
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