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Google ganha em tribunal

A Google não vai ter de vender o Chrome. Esta é a principal vitória da empresa na sua longa batalha antitrust, depois de um juiz federal ter rejeitado os pedidos mais severos do governo norte-americano. O tribunal concluiu que, embora a Google tenha um monopólio ilegal no mercado de pesquisas online, a venda do browser não vai ser uma consequência.

Em vez disso, o juiz impôs sanções: a Google fica proibida de assinar contratos de exclusividade e terá de partilhar dados de pesquisa com os seus concorrentes. A sentença reconhece ainda que o aparecimento da inteligência artificial generativa já alterou o mercado, tornando o caso parcialmente desatualizado.

De acordo com uma publicação no seu blog, a Google está a ponderar recorrer da decisão que a considera como um monopólio. No entanto, a empresa mostrou-se satisfeita por o tribunal ter rejeitado a exigência do governo de vender o seu browser, alegando que tal decisão teria prejudicado tanto os consumidores como os parceiros.

Estado americano e SoftBank investem na Intel

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A Intel anunciou que o governo dos Estados Unidos vai adquirir uma participação acionista de 10% na empresa, como parte de um esforço para financiar a expansão da sua capacidade de fabricar semicondutores e apoiar a implementação da Lei CHIPS, destinada a fortalecer a produção doméstica de chips e a cadeia de fornecimento de tecnologia no país.

Também a SoftBank vai investir 2 mil milhões de dólares na Intel, comprando ações a 23 dólares cada. Estes investimentos dão fôlego à Intel, que está num processo de reestruturação e procura recuperar terreno face a rivais como a Nvidia. A empresa tem fechado negócios secundários e concentra-se agora em clientes com data centers.

Lucro líquido da Nvidia cresce quase 60%

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A Nvidia apresentou receitas de 46,74 mil milhões de dólares no segundo trimestre do ano, uma subida de 56% em relação ao mesmo período do ano passado (de 30,04 mil milhões de dólares).

Em relação ao lucro líquido, este valor foi de 26,42 mil milhões de dólares, um aumento de 59,2% tendo em conta o período homólogo.

Este crescimento é justificado sobretudo pelos centros de dados, que usam GPUs. Esta área faturou 41,1 mil milhões de dólares, mais 56% do que no ano passado, mas ficou um pouco abaixo da previsão de 41,34 mil milhões de dólares.

As vendas dos chips Blackwell, a mais recente geração de GPUs da Nvidia, aumentaram 17% em relação ao primeiro trimestre. Em maio, a empresa revelou que esta nova linha já tinha gerado 27 mil milhões em vendas, representando cerca de 70% da receita da divisão de centros de dados.

Para o atual trimestre, a Nvidia espera receitas de 54 mil milhões de dólares.