Spotify reforça regras para uso de AI na música
A Spotify anunciou mudanças na sua política de inteligência artificial para tornar mais claro quando estas ferramentas são usadas na criação musical. As faixas vão passar a ser etiquetadas através do padrão Digital Data Exchange (DDEX), indicando se recorreram a vozes, instrumentos ou efeitos gerados por AI.
A plataforma vai ainda reforçar o combate ao “spam musical”, removendo conteúdos feitos para manipular algoritmos e receitas, e proibindo o uso de clones de voz ou “deepfakes” sem autorização.
Segundo a empresa, a AI deve ser usada como apoio criativo e não como substituição total, cabendo aos artistas decidir sobre o seu uso.
Google Cloud lidera infraestrutura de AI de startups

Nove dos dez principais laboratórios de inteligência artificial utilizam a infraestrutura da Google Cloud, que também suporta 60% das startups de AI generativa em todo o mundo.
A empresa está a apostar em atrair startups antes que se tornem grandes demais.
A Google Cloud já garantiu 58 mil milhões de dólares em receitas futuras e reforça parcerias estratégicas, incluindo um acordo de 10 mil milhões com a Meta.
Microsoft adiciona AI da Anthropic ao Copilot

A Microsoft integrou a inteligência artificial da Anthropic no Copilot, permitindo aos utilizadores do Office 365 escolher entre modelos da OpenAI e da Anthropic.
O Claude Opus 4.1 destina-se a tarefas complexas, como programação e planeamento, enquanto o Claude Sonnet 4 foca-se em tarefas rotineiras e criação de conteúdo.