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Microsoft: Steve Ballmer = Charlie Brown?

David Einhord, presidente do fundo de investimento Greenlight Capital, que detêm 9,07 milhões de acções da Microsoft (o equivalente a 230 milhõesde dólares), defende a substituição do CEO da Microsoft – Steve Ballmer.

David Einhord apelidou o modelo de gestão de Steve Ballmer de “gestão Charlie Brown”, o personagem de banda desenhada que é um “adorável perdedor, com uma enorme determinação e esperança, mas que se deixa dominar pela insegurança” in Wikipedia.

CharlieBrown.jpg

No ano passado, depois da Apple ter ultrapassado a Microsoft em capitalização bolsista, surgiram rumores que apontavam para a saída de Steve Ballmer. A pressão de alguns accionistas, surge agora depois de no dia 20 a IBM ter ultrapassado momentaneamente a Microsoft em capitalização bolsista, que entretanto recuperou.

A Business Insider actualizou a lista dos possíveis candidatos ao lugar de CEO da Microsoft:
– Lista de candidatos em 2011

– Lista de candidatos em 2010

Afastar Steve Ballmer da direcção da Microsoft não é uma tarefa fácil, pois é o segundo maior accionista da Microsoft, detêm 333 milhões de acções, quase 4% (logo atrás de Bill Gates que detêm 561 milhões de acções 6,7%) e a forma como exterioriza a sua energia pode ser também um grande obstáculo 🙂

Veja o video abaixo, onde pode constatar a energia de Steve Balmer – CEO da Microsoft:

Snoopy wwi ace lb.jpg

Assim, se David Einhord quer mesmo afastar Steve Ballmer, o melhor é levar um cão… e neste contexto,só posso recomendar o Snoopy 🙂

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Nuno Ribeiro
Country Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). Licenciado em Economia pela Universidade Católica de Lisboa, onde também concluiu um curso avançado de Gestão de Empresas Tecnológicas e uma pós-graduação em Gestão de Media e Entretenimento. Diretor a unidade Negócio Multimédia do grupo Controlinveste (2008 a 2012). Diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008). Consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002).
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