Apple: Valorização durante o mandato de Steve Jobs

Já muito se escreveu sobre a Apple, mas depois do anúncio da saída de Steve Jobs do lugar de CEO estou certo que muito mais será escrito e comentado sobre a gestão de Steve Jobs na Apple (e também na Pixar / Disney).

A Apple é já um caso de estudo em termos de gestão, inovação assente na liderança e carisma de Steve Jobs.

Quando Steve Jobs regressou à Apple no final de 1996, a  estava à beira da falência e hoje é a maior empresa de tecnologia do mundo e durante alguns dias ultrapassou a maior empresa do mundo a petrolífera Exxon Mobil em capitalização bolsista (e vai certamente voltar a ultrapassar).

Um dos principais indicadores sobre o crescimento de uma empresa cotada é a sua capitalização bolsista. Durante o mandato de Steve Jobs a Apple passou de 3 mil milhões de dólares em 1996 para 347 mil milhões de dólares (Agosto de 2011).

Veja o gráfico do Business Insider com a evolução da capitalização bolsista e os principais marcos históricos que se reflectiram na valorização da Apple:

Steve Jobs is leaving Apple in considerably better shape than he found it.

When Apple acquired NeXT, and Jobs, for $400 million in December, 1996, Apple’s market cap was $3 billion. Today it’s $347 billion, leaving it just $2 billion short of being the most valuable public company in the world, Exxon.

How did Jobs steer the company away from its crash course with the graveyard? By introducing an unrivaled string of hit products.

Fonte: Business Insider

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Nuno Ribeiro

Managing Partner da agência de inovação Instinct. Foi Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL (2012 a 2022), diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.

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