As recentes eleições nos Estados Unidos deixaram algumas “lições”, não apenas para os políticos, mas também para as empresas.
Donald Trump, o presidente eleito, conseguiu “antecipar-se” e ver uma América diferente, surgindo como uma espécie de startup que disrompeu o sistema. Trump utilizou muitas das estratégias que uma startup utilizaria para captar a atenção dos media gratuitamente: criou uma narrativa apelativa em torno da sua campanha, que o manteve debaixo dos holofotes dos media, e com isso poupou custos; e criou uma estratégia de distribuição e marketing eficaz, com uma mensagem atrativa que atraiu “likes” a uma quantidade massiva de eleitores em zonas rurais.
Mas há outras ilações que as organizações podem tirar com as eleições norte-americanas:
Mais importante do que possuir grandes quantidades de dados, as empresas devem analisar e retirar insights dos dados. Em alguns Estados, a equipa de Donald Trump antevia uma vitória, ao contrário do que diziam as sondagens públicas. As projeções de Trump eram diferentes, porque a sua equipa de analistas de dados estava a escrutinar um eleitorado diferente do das sondagens e da maioria dos media (um grupo de eleitores mais velho, caucasiano, mais rural e populista).
Conclusão: a Internet é omnipresente, se esta não servir para ajudar um candidato a vencer (caso de Obama), certamente poderá levá-lo à derrota – uma lição que as empresas devem ter em consideração.
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