As recentes eleições nos Estados Unidos deixaram algumas “lições”, não apenas para os políticos, mas também para as empresas.
Donald Trump, o presidente eleito, conseguiu “antecipar-se” e ver uma América diferente, surgindo como uma espécie de startup que disrompeu o sistema. Trump utilizou muitas das estratégias que uma startup utilizaria para captar a atenção dos media gratuitamente: criou uma narrativa apelativa em torno da sua campanha, que o manteve debaixo dos holofotes dos media, e com isso poupou custos; e criou uma estratégia de distribuição e marketing eficaz, com uma mensagem atrativa que atraiu “likes” a uma quantidade massiva de eleitores em zonas rurais.
Mas há outras ilações que as organizações podem tirar com as eleições norte-americanas:
Mais importante do que possuir grandes quantidades de dados, as empresas devem analisar e retirar insights dos dados. Em alguns Estados, a equipa de Donald Trump antevia uma vitória, ao contrário do que diziam as sondagens públicas. As projeções de Trump eram diferentes, porque a sua equipa de analistas de dados estava a escrutinar um eleitorado diferente do das sondagens e da maioria dos media (um grupo de eleitores mais velho, caucasiano, mais rural e populista).
Conclusão: a Internet é omnipresente, se esta não servir para ajudar um candidato a vencer (caso de Obama), certamente poderá levá-lo à derrota – uma lição que as empresas devem ter em consideração.
AMD compra a World Labs por 8,2 mil milhões | Anthropic reserva $11,6 mil milhões…
A Postaway recupera os postais vintage e envia-os em formato digital, com um elemento de…
Meta torna os Ray-Ban mais discretos e mais inteligentes | Xiaomi entra na corrida dos…
E se a escrita de Michelangelo pudesse ganhar uma nova vida no mundo digital? Neste…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Meta leva o agente Muse para os óculos inteligentes | ChatGPT passa a executar tarefas…