Por: Patrícia Silva, Gestora de Comunicação e Marketing na FABERNOVEL INNOVATE Lisboa
“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL. Aqui, encontrará a sua “torrada de inovação” sobre as últimas novidades da Network Economy.
Desta forma, a gigante da Internet poderá criar novas oportunidades para impulsionar a sua maior fonte de receitas, a publicidade, e elimina um ponto de “atrito” nas pesquisas, poupando aos utilizadores a necessidade de escrever para pesquisar.
Tal como a Apple, o Facebook ou Snapchat, a Google está a adotar a câmara como interface, posicionando-se para a próxima vaga de tecnologia, centrada na voz e na imagem, e para um futuro “pós-smartphone”, focado na realidade aumentada.
A Uber criou uma parceria com a App Transit e vai passar a mostrar, em tempo real,
Encorajar os utilizadores a utilizar outros meios de transporte pode parecer algo contra o seu interesse de negócio, mas, na verdade, a Uber está a ir ao encontro das necessidades dos seus clientes, melhorando a conveniência do seu serviço.
A Uber é uma empresa data-driven, pelo que conhece bem a forma como os seus clientes se deslocam nas cidades e sabe que utilizam diferentes meios de transporte. Com esta nova funcionalidade, está a criar um serviço com valor acrescentado e uma experiência mais fluída que evita que os clientes tenham de abrir outra aplicação para verificar informações sobre os serviços de transporte público.
Com este projeto, Elon Musk revela, uma vez mais, uma das características mais marcantes dos líderes da nova economia: uma visão a longo prazo. Através da Boring Company, Musk está a testar de que forma pode construir túneis, mais rápido e com menores custos, que possam ser utilizados para tornar o Hyperloop uma realidade.
Esta é a mesma abordagem que teve na SpaceX, por exemplo, na qual o objetivo era diminuir os custos de acesso ao Espaço através da construção de foguetes reutilizáveis.
O programa Fulfillment by Amazon é um exemplo flagrante. A Amazon armazena nos seus centros e distribui os produtos das marcas que vendem na Amazon.com. No entanto, também presta este serviço a marcas que não estão no seu marketplace. O nível de disciplina exigida para operar um serviço com este nível de complexidade, dado o elevado número de marcas externas, resulta num benefício tremendo para a operação interna da Amazon. E díficil de replicar por qualquer empresa concorrente.
O mesmo se aplica à Amazon Web Services (AWS), por exemplo. O serviço Amazon Connect (um centro de contactos na cloud fornecido pela AWS) baseia-se na mesma tecnologia utilizada nos call centers da Amazon. Esta é uma estratégia chave para melhorar as ferramentas internas da empresa: se, do ponto de vista comercial, o Amazon Connect falhar, a Amazon tem um indicador mensurável de que as suas ferramentas internas estão a ficar “atrás” da concorrência.
Este é o antídoto presente em todo o ecossistema da Amazon, que lhe permite aumentar a eficiência e manter uma constante inovação tecnológica.
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