O grafeno pode vir a revolucionar a forma como é feita a monitorização dos produtos alimentares. A elevada condutividade deste material inovador está a permitir a integração de etiquetas conectadas e sensores diretamente nos alimentos, através de um laser que permite “desenhar” qualquer padrão.
Desta forma, é possível extrair informações sobre quanto tempo os produtos estiveram armazenados, se estiveram expostos ao frio ou calor, quais os países e cidades de origem e o percurso que fizeram até chegar à mesa dos consumidores.
Isto permite que os alimentos venham a emitir, por exemplo, um sinal luminoso sempre que estejam contaminados com a bactéria E.coli ou outros microrganismos, alertando que não devem ser consumidos. E esta pode ser uma solução promissora, visto que é extremamente difícil identificar a origem de intoxicações numa cadeia de distribuição global.
A inclusão de grafeno, para além dos alimentos, pode também ser aplicada a peças de vestuário, madeiras ou caixas de cartão, permitindo perceber a que condições foram expostos.
Ainda nesta edição: Lucros da Amazon aumentam 77% | Toyota apresenta novo robô de basquetebol
A Petzai é uma plataforma portuguesa que utiliza inteligência artificial para analisar, gerir e organizar…
Ainda nesta edição: Receitas da Meta com maior crescimento desde 2021 | Receitas e lucros…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Ainda nesta edição: Snap prepara novos óculos com AI | X corta pagamentos a conteúdos…
A DUA 2.0 é uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida pela empresa portuguesa 2 Lados,…