O grafeno pode vir a revolucionar a forma como é feita a monitorização dos produtos alimentares. A elevada condutividade deste material inovador está a permitir a integração de etiquetas conectadas e sensores diretamente nos alimentos, através de um laser que permite “desenhar” qualquer padrão.
Desta forma, é possível extrair informações sobre quanto tempo os produtos estiveram armazenados, se estiveram expostos ao frio ou calor, quais os países e cidades de origem e o percurso que fizeram até chegar à mesa dos consumidores.
Isto permite que os alimentos venham a emitir, por exemplo, um sinal luminoso sempre que estejam contaminados com a bactéria E.coli ou outros microrganismos, alertando que não devem ser consumidos. E esta pode ser uma solução promissora, visto que é extremamente difícil identificar a origem de intoxicações numa cadeia de distribuição global.
A inclusão de grafeno, para além dos alimentos, pode também ser aplicada a peças de vestuário, madeiras ou caixas de cartão, permitindo perceber a que condições foram expostos.
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