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Uma equipa de investigadores da Universidade de Bath, no Reino Unido, criou um chip revolucionário, com neurónios artificiais capazes de replicar, com exatidão, o comportamento dos neurónios biológicos.
Para já, esta descoberta foi testada com sucesso na simulação dos neurónios do hipocampo, a zona do cérebro que é considerado como a principal sede da memória, e na zona que assegura o normal funcionamento do nível respiratório.
Este chip pode ser utilizado em implantes médicos ou em dispositivos eletrónicos, pois tem um baixíssimo consumo de energia, consumindo apenas de um bilionésimo da energia de um microprocessador normal.
Se assim for, tudo indica que esta inovação tem um forte potencial no tratamento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e, quem sabe, o desenvolvimento de pacemakers inteligentes.
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