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A startup de engenharia italiana Isinnova transformou uma máscara de mergulho da Decathlon numa máscara respiratória para ser utilizada em contexto hospitalar. A solução recorre a impressão 3D para fabricar uma válvula que faz a ligação ao ventilador.
O protótipo já está a ser testado em dois hospitais no norte de Itália, através da readaptação de 500 máscaras para que possam ser utilizadas por pacientes infectados pelo vírus Covid-19.
O produto ainda não está certificado pelas autoridades de saúde como um dispositivo médico e, por isso, os pacientes têm de assinar uma declaração para que seja utilizada em situação de emergência.
A patente da válvula que faz a ligação ao ventilador é de utilização livre, permitindo que qualquer hospital em parte do mundo também possa imprimir a válvula e utilizar a máscara de mergulho em caso de escassez de máscaras hospitalares.
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