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Vendia e doava nas redes sociais as roupas que já não usava até decidir criar um site para que, tal como ela, outras pessoas pudessem vender e comprar vestuário em segunda mão. Ana Catarina Monteiro é uma das fundadoras da MyCloma e foi quem idealizou o conceito deste marketplace de revenda de vestuário, juntamente com outros 4 empreendedores portugueses.
A novidade está no serviço integrado de venda e de recolha de roupas usadas, em que os pedidos de recolha estão disponíveis para todo o país e podem ser feitos através do site, com um custo associado de 3,99€ + os portes de envio.
A equipa startup é responsável por avaliar, fotografar e atribuir um preço a cada peça de roupa, com base no estado, marca, tipo e antiguidade. Quanto melhor for o estado da roupa, maior é a percentagem do valor da venda partilhada com o proprietário (num artigo avaliado acima de 50 euros, por exemplo, o vendedor fica com 90% do valor da venda). A MyCloma cobra sempre uma comissão de 2€ por cada venda.
Sempre que roupas não cumprirem os critérios de venda nesta plataforma, os proprietários têm a opção de doá-las a organizações sem fins lucrativos parceiras da startup.
A MyCloma faz parte de uma nova geração de empresas que apostam na economia circular para minimizar o impacto ambiental da indústria da moda que continua a ser uma das indústrias mais poluentes do mundo.
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