Trata-se do primeiro banco de criptomoedas do mundo. Fundada em São Francisco por Diogo Mónica e Nathan McCauley, dois ex-colaboradores da startup de pagamentos Square, a startup Anchorage opera como um banco de ativos digitais e está regulado pelas autoridades americanas.
A ideia de criação da startup surgiu depois de Diogo Mónica, um especialista português em cibersegurança, ter conseguido, a pedido de um fundo de investimento, recuperar a palavra-passe de uma carteira de 1,5 milhões em bitcoin, o que levou outros fundos de investimento a contactá-lo.
A Anchorage começou por ser uma plataforma centrada apenas na guarda de ativos digitais e evoluiu para uma plataforma financeira que abrange vários serviços, permitindo, por exemplo, abrir uma conta e ter um depósito a prazo, comprar e vender criptomoedas e também conceder empréstimos.
Outro ponto diferenciador é o facto de a startup oferecer um serviço de crypto-banking-as-a-service para instituições financeiras. Exemplo disso é a parceria que fez com a Visa que vai permitir à Visa integrar criptomoedas nos seus serviços.
Neste momento, a Anchorage tem sob gestão 8 mil milhões de dólares investidos em criptomoedas, tendo como clientes alguns dos maiores fundos mundiais de criptomoedas, incluindo a Blockchain Capital, a BlockTower, a Polychain e a Paradigm.
A Anchorage tem escritórios na Califórnia e na Dakota do Sul, nos Estados Unidos, e também em Portugal, na cidade do Porto.
Desde que foi fundada em 2017, já captou 137 milhões de dólares de investidores como a Andreessen Horowitz e a Visa.
A MedPal é uma aplicação que utiliza inteligência artificial para reunir dados de saúde e…
WhatsApp já permite nomes de utilizador | Apple compra startup Play
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Instagram reforça oferta para televisões | Adobe reforça AI com compra da Topaz Labs
A Samsara Tracking Label é uma etiqueta adesiva muito fina, do tamanho de um cartão,…
Dario Amodei, CEO da Anthropic