• Investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um implante cerebral que permite a pessoas que perderam a capacidade de movimentar-se (ou de falar) expressar-se por escrito.
  • O sistema já foi testado num paciente e permite escrever 90 caracteres por minuto, com uma precisão superior a 90%. 

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Investigadores do Neural Prosthetics Translational Laboratory da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um implante cerebral que lê a atividade do cérebro para permitir a pessoas que perderam a capacidade de movimentar-se (ou de falar) expressar-se por escrito.

Através de inteligência artificial, o sistema converte os sinais elétricos do cérebro em texto, à medida que o utilizador imagina os movimentos do desenho das letras, tal como se estivesse a escrever uma carta. O texto vai sendo exibido, em tempo real, num computador. 

O implante é colocado no cérebro através de uma cirurgia e já foi testado num paciente com uma lesão na medula espinal, permitindo-lhe “escrever” com uma velocidade que rivaliza com a velocidade dos nossos polegares a escrever num smartphone. 

O sistema permite escrever 90 caracteres por minuto, com uma precisão superior a 90%, após a autocorreção automática. 

Esta inovação faz parte do projeto BrainGate, através do qual têm sido desenvolvidas soluções que ligam o cérebro ao computador para ajudar a restaurar a capacidade de comunicação de pessoas paralisadas. 


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