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Engenheiros do MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, desenvolveram um novo tipo de fibra inteligente, que pode ser cosida em vestuário para permitir, por exemplo, a recolha e o armazenamento de dados sobre a temperatura corporal e a atividade física.
Esta capacidade de armazenar e processar dados digitalmente acrescenta uma nova dimensão de informação aos têxteis, permitindo que os tecidos sejam, literalmente, programados.
Através de inteligência artificial, estas fibras já foram capazes, por exemplo, de detetar com uma precisão de 96% a atividade que está a ser praticada por uma pessoa que tenha vestido uma camisa com estas fibras incorporadas.
Apoiando a deteção precoce de doenças, o objetivo é que, brevemente, seja possível monitorizar, em tempo real, métricas de saúde e de desempenho físico. Por exemplo, alterações respiratórias e cardiovasculares ou a atividade muscular durante um treino.
Para além de tudo isto, é possível guardar nestas fibras ficheiros de música e de vídeo.
Através da colaboração com o departamento de têxtil da Escola de Design de Rhode Island (RISD), neste momento, as fibras já foram incorporadas e testadas numa camisola de malha.
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