• A startup irlandesa Luminate Medical desenvolveu um wearable, que é colocado como um capacete durante e após as sessões de quimioterapia para evitar a queda de cabelo. 
  • O dispositivo abranda, temporariamente, o fluxo sanguíneo que chega aos folículos capilares, impedindo que o tratamento atinja o couro cabeludo. 

A queda de cabelo é uma das consequências dos tratamento oncológicos que mais afeta a auto-estima dos pacientes. Para ajudar a minimizar este impacto, a startup irlandesa Luminate Medical desenvolveu um wearable, que é colocado como um capacete durante e após as sessões de quimioterapia para evitar a queda de cabelo. 

Indolor, o dispositivo exerce uma ligeira pressão para abrandar, temporariamente, o fluxo sanguíneo que chega aos folículos capilares, impedindo que os medicamentos administrados no tratamento atinjam o couro cabeludo. 

Depois de colocar o capacete, esta terapia de compressão pode ser iniciada através de uma aplicação, onde também é possível controlar a pressão que é exercida.

Os testes iniciais realizados em animais demonstraram uma elevada eficácia, sem efeitos adversos. A eficácia do dispositivo já foi também comprovada na maioria dos tipos de cabelo humano e com diferentes comprimentos.

A startup pretende avançar para ensaios clínicos e conquistar o reconhecimento como dispositivo médico na Europa e nos Estados Unidos. O objetivo é iniciar a comercialização em 2024, que terá o valor aproximado de 1.500 euros.

A Luminate Medical foi fundada em 2019 por Bárbara Oliveira e por Aaron Hannon, um jovem empreendedor irlandês que foi selecionado para integrar o Thiel Fellowship, um programa que apoia ideias inovadoras criado pelo cofundador da PayPal Peter Thiel.

Subscreva o nosso podcast em:
Apple Podcasts | Spotify | Google Podcasts | TuneIn


Se a transformação na indústria de saúde é importante para a sua empresa, contacte a FABERNOVEL: