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De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 5% da população adulta em todo o mundo sofre de depressão. Com o objetivo de responder a esta “crise” do século XXI, investigadores da Universidade da Califórnia (UCSF), desenvolveram um implante cerebral capaz de tratar pacientes com esta doença, através da estimulação elétrica de áreas específicas do cérebro.
Monitorizando a atividade cerebral, o implante identifica alterações no cérebro associadas à depressão e estimula, em tempo real, a região específica do cérebro que permite interromper o “ciclo” depressivo e melhorar o humor.
Este implante cerebral já foi testado com sucesso numa paciente com depressão há vários anos, com resultados positivos nos primeiros 12 dias e melhorias consistentes ao longo dos 15 meses de utilização do implante.
Antes de uma possível aplicação em ambiente clínico, o dispositivo vai continuar a ser testado em mais pacientes para avaliar a capacidade de aliviar os sintomas no momento em que aparecem.
Esta descoberta pode vir a revolucionar o tratamento da saúde mental, sobretudo em casos de diagnóstico de depressões mais graves.
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