Categories: The Big Ones

Google NotebookLM no Workspace

A Google anunciou uma nova versão do NotebookLM, assistente de escrita e pesquisa baseado em Inteligência Artificial, desta vez direcionado às empresas que passou a estar integrado no Google Workspace. Inicialmente lançado em outubro para os consumidores, o NotebookLM está agora a ser adaptado às necessidades das empresas.

O NotebookLM Plus vai incluir recursos avançados de segurança e privacidade e disponibiliza funcionalidades como a criação de notebooks partilhados, permitindo às equipas colaborarem em vários projetos.

Além disso, a versão Plus oferece cinco vezes mais capacidade de processamento de dados, permitindo a criação de um número maior de resumos de áudio e notebooks.

Os utilizadores vão poder ainda personalizar o estilo e tom das respostas geradas pela AI, adaptando-as às necessidades específicas de cada projeto.

Os utilizadores individuais que subscrevam o plano Google One AI Premium (com um custo mensal de 20 dólares) também vão ter acesso ao NotebookLM Plus.

Microsoft lança Phi-4

A Microsoft anunciou a quarta geração do modelo de inteligência artificial Phi, a mais recente adição à sua família de modelos de inteligência artificial generativa.

Este novo modelo apresenta melhorias significativas em relação aos seus antecessores, especialmente na capacidade de resolver problemas matemáticos.

Por enquanto, o acesso ao Phi-4 é bastante limitado, estando disponível apenas na plataforma Azure AI Foundry da Microsoft e somente para fins de pesquisa.

A Microsoft atribui o avanço no desempenho do Phi-4 à utilização de dados sintéticos de alta qualidade, combinados com dados reais gerados por humanos. Além disso, a empresa implementou melhorias no processo de aprendizagem do modelo.

Broadcom ultrapassa marca de um bilião de dólares em valor de mercado

A Broadcom, empresa de semicondutores, ultrapassou a marca de um bilião de dólares em capitalização bolsista.

As ações da empresa subiram quase 25% depois de anunciar um aumento de receitas de 220% no último ano graças à procura por chips para desenvolvimento de soluções de inteligência artificial.

A Broadcom estima que dentro de três anos as suas receitas possam estar entre 60 e 90 mil milhões de dólares.


Sara Santos

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