Dinheiro

Acubic: um agente AI para ajudar nos investimentos

  • A startup portuguesa Acubic está a apostar na inteligência artificial para tornar a gestão de investimentos mais automatizada e personalizada.
  • A plataforma permite aos utilizadores criar agentes de AI capazes de definir, testar e realizar estratégias de investimento, reduzindo a influência das emoções nas decisões.

A Acubic é uma fintech que permite a qualquer investidor criar agentes de AI para gerir a sua carteira de forma automática. A grande novidade da plataforma é a eliminação das decisões emocionais nas negociações, mantendo sempre o dinheiro e a custódia dos ativos na própria corretora do utilizador.

O produto funciona em três passos simples: criar a estratégia com modelos quantitativos (Architect), testar a sua eficácia com dados históricos reais (Audit) e ligar o agente à corretora para realizar a estratégia de forma contínua (Automate). O grande diferencial em relação aos assistentes tradicionais é a capacidade de combinar a personalização total de um hedge fund com a execução automática.

A plataforma já se encontra totalmente operacional e integrada com corretoras como a eToro e a Trading 212.

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Criada por uma equipa portuguesa, a startup já captou 50 mil euros em financiamento inicial. Atualmente tem mais de 300 utilizadores registados e mais de 300 mil euros em ativos associados, e está em fase de expansão.

As opções de subscrição mensal são o plano Retail, que custa 29,90 dólares/mês para utilizadores individuais, e o plano Pro Investor, que fica por 99,90 dólares/mês para investidores avançados. Existe ainda uma versão Enterprise com preço sob consulta.


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Nuno Ribeiro

Managing Partner da agência de inovação Instinct. Foi Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL (2012 a 2022), diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.

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