Apple com mais liquidez do que o Estado Americano

Barack Obama tem andado com mau “Moody”, os Republicanos não estão a facilitar na aprovação da alteração do limite do défice público dos Estados Unidos. O défice actual dos Estados Unidos é de $114,500,000,000,000 (clique para ver infografia).
No próximo dia, 2 de Agosto ou o Estado Americano entra em incumprimento ou as rotativas voltam a imprimir mais dólares, seja lá qual for a solução final o “Moody” (Rating) vai certamente piorar para os Estado Unidos da América.

Neste momento, os cofres do Governo Norte Americano guardam 73,8 mil milhões de dólares  em activos com liquidez de curto prazo (notas).

Valor que contrasta com os valor de 76,2 mil milhões de dólares que a Apple declarou na recente (e mais uma vez histórica) apresentação de resultados, valor que se fosse distribuído em dividendo pelos accionistas daria cerca de 82 dólares por acção 🙂

Julgo que é a primeira vez que este “fenómeno” de uma empresa norte-amerciana conseguir ter maior liquidez do que o governo do seu país, acontece.

O iPhone é o produto que mais contribuí para as receitas e para o lucro da Apple, que com apenas um  modelo de telemóvel no mercado, consegue o dobro do lucro dos seus principais concorrentes que têm diversos modelos. Em gestão, chama-se eficiência e neste capítulo o “cozinheiro” é o Tim (Cook) – COO da Apple.
chart of the day, operating profit, mobile companies, july  2011

Apple is now the leading phone manufacturer by market share. It passed Nokia for the first time last quarter.

But more impressive: it captured two-thirds of all profits in the mobile phone business last quarter, according to statistics from Asymco.

Another way of looking at it: Apple made about twice as much profit on mobile phones as Samsung, RIM, and HTC did — combined. NokiaMotorola, Sony-Ericsson, and LG all saw losses.

Fonte: Business Insider

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Nuno Ribeiro
Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Foi diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.
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