A GM está a testar a impressão em 3D de componentes automóveis, através de uma parceria com a Autodesk, uma startup de software. Desta forma, pode vir a reduzir, significativamente, o tempo e os custos de produção e aumentar a autonomia dos futuros automóveis elétricos.
O software da Autodesk permite indicar as especificidades de determinada parte de um automóvel e, através de inteligência artificial, cria e testa todas as formas possíveis que esse mesmo componente pode ter. As opções sugeridas pelo algoritmo podem ser impressas em 3D, tornando os componentes mais leves e, ao mesmo tempo, mais robustos.
A tecnologia foi testada pela GM na peça que segura o encaixe do cinto de segurança e resultou numa solução 40% mais leve e 20% mais robusta, que junta 8 componentes numa só peça. Desta forma, são eliminados custos – financeiros e ambientais – de envio dos materiais por parte de 8 fornecedores diferentes.
No futuro, este método pode também vir a ser utilizado para uma personalização do interior dos automóveis.
Esta reinvenção da forma como os componentes são criados e produzidos está também a ser adota pela Airbus, na indústria da aviação, em parceria com a Autodesk:
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