A Prellis Biologics desenvolveu uma tecnologia que permite produzir vasos sanguíneos com a dimensão suficientemente reduzida e a velocidade necessária para poder tornar a impressão de órgãos em 3D uma realidade, num futuro próximo.
Através da impressão por holografia com laser, a startup cria camadas tri-dimensionais formadas por uma reação química provocada pela luz, que acontece em 5 milésimos de segundo.
A velocidade de impressão da arquitectura microvascular é fundamental porque evita a morte das células e permite que o tecido se mantenha viável. A tecnologia da Prellis consegue também gerar os alicerces internos para apoiar e sustentar o material orgânico envolvente, uma vez que tem a capacidade de imprimir entre estruturas.
Esta pode ser uma revolução na impressão 3D de órgãos humanos e permitir ultrapassar o défice de órgãos necessários para transplantes. O objetivo da startup, a curto prazo, é ser capaz de imprimir todo o sistema vascular de um rim em 12 horas (ou menos).
A Prellis Biologics foi fundada em 2016, em São Francisco, por Melanie Matheu e Noelle Mullin, e captou um investimento de 3 milhões de dólares.
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