“O Picasso não aprendeu a pintar em palestras, a matemática e a ciência são iguais, só se aprendem praticando”. É desta forma que a aplicação educativa Brilliant justifica o seu modelo de ensino de matemática e ciência centrado na resolução de problemas.
Criada em São Francisco, nos Estados Unidos, por Sue Khim, Sam Solomon e Silas Hundt, esta App inclui mais de 60 cursos: desde lógica, a conceitos básicos de matemática e das ciências da computação a computação quântica e motores de busca. Os cursos são desenvolvidos por professores e investigadores de universidades e empresas como o MIT, a Microsoft e a Google.
Os cursos têm uma vertente interativa muito forte, apresentando sempre os exercícios de forma divertida através de quizzes, por exemplo, e com conteúdos que abrangem diferentes níveis de aprendizagem.
A aplicação permite explorar de forma gratuita toda a biblioteca de conteúdos, mas para aceder aos cursos é necessário subscrever a Brilliant por 82 euros por ano. A subscrição inclui novos desafios diários, explicações aprofundadas step-by-step de ideias chave e de técnicas de resolução de problemas e ainda a possibilidade de fazer downloads e aceder offline.
A Brilliant já conta com uma base de mais de 10 milhões de utilizadores em todo o mundo, incluindo estudantes, professores, entusiastas e profissionais de várias áreas.
Desde que foi fundada em 2013, já captou um investimento de 21 milhões de dólares.
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