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Os humanos conseguem detetar cerca de 1 bilião de odores, mas ainda estamos longe de ter um super olfato. Cientistas do Laboratório de Sistemas Biohíbridos da Universidade de Tóquio estão a criar um “nariz” artificial, utilizando recetores de odor dos mosquitos que provocam a Febre Amarela e que têm uma grande sensibilidade olfativa.
Através de um chip, onde foram colocados químicos e componentes biológicos destes mosquitos, torna-se possível aumentar a detecção de odores com uma precisão sem precedentes. A expectativa é que estes sensores biohíbridos permitam que um único chip detete mais de um trilião de odores.
E porquê tudo isto? O objetivo é utilizar este “nariz” artificial como um método portátil e acessível para diagnosticar doenças numa fase inicial, como o cancro, que provoca alterações nos odores corporais.
Por exemplo, com uma precisão de 90%, o chip foi capaz de identificar octanol através da respiração, que é um biomarcador para a deteção de cancro do fígado.
Esta inovação pode ser explorada para várias utilizações, como analisar áreas contaminadas e identificar químicos tóxicos.
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