• A Lilium, um fabricante de táxis aéreos 100% elétricos, vai entrar em bolsa, através de uma fusão com a SPAC Qell Acquisition que a avalia em 3,3 mil milhões de dólares.
  • O objetivo da Lilium é lançar um serviço de mobilidade on-demand, que vai estar acessível através de uma aplicação, funcionando como um Uber, em 2024.


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A Lilium, um fabricante de táxis aéreos 100% elétricos que promete transformar a mobilidade, vai entrar em bolsa, através de uma fusão com a SPAC Qell Acquisition. Avaliando a Lilium em 3,3 mil milhões de dólares, esta fusão prevê uma injeção de capital que vai permitir iniciar a comercialização destes táxis voadores em 2024. 

Após o desenvolvimento de vários protótipos, a Lilium apresentou, pela primeira vez, o modelo que vai entrar em produção: um veículo de 7 lugares, com uma autonomia para cerca de 250 quilómetros e capaz de atingir uma velocidade 280 km/h. 

O objetivo é lançar um serviço de mobilidade on-demand, que vai estar acessível através de uma aplicação, funcionando como um Uber. Ou seja, basta apenas indicar o ponto de partida e o destino.

Uma deslocação entre Manhattan e o aeroporto JFK, em Nova Iorque, por exemplo, vai poder ser feita em 6 minutos e pelo valor de 70 dólares. O serviço vai abranger também deslocações entre cidades.

A Lilium fez uma parceria com a gigante de infraestruturas espanhola Ferrovial para a construção de 14 aeroportos na Flórida e está em negociação com potenciais parceiros para a construção de mais 10 aeroportos na Europa. 

Considerado um dos mercados futuros mais disruptivos, estima-se que o mercado de táxis aéreos atinja mais de 1 bilião de dólares em 2040.

 


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