Est√°vamos em 1981, quando a Lena d¬ī√Āgua lan√ßou a m√ļsica “Robot”, que se tornou num dos seus maiores sucessos.
Em 1981, os robots n√£o passavam de brinquedos e os filmes de fic√ß√£o cient√≠fica antecipavam-nos algumas das possibilidades que hoje usamos no nosso dia-a-dia, mas sem o aspeto humanoide. Por exemplo, aspiradores, robots de cozinha e sensores, e a maioria s√£o ‚Äúinvis√≠veis‚ÄĚ, pois s√£o de algoritmos que gerem plataformas digitais, televis√Ķes ou smart speakers.

E eis que de repente nos come√ßamos a cruzar cada vez mais com estes robots ‚Äúinvis√≠veis‚ÄĚ nos processos de recrutamento em algumas multinacionais. E agora tamb√©m o nosso ministro das infraestruturas decidiu usar um robot (algoritmo), que analisa quatro crit√©rios (custo, experi√™ncia, qualifica√ß√£o e absentismo) para a sele√ß√£o dos colaboradores a despedir na (nossa) TAP. Como era de esperar, o processo n√£o √© pac√≠fico (nunca seria, qualquer que fosse o modelo).
Fica para um outro f√≥rum debater este tema…
Como sugest√Ķes para o fim de semana, os videoclipes do tema Robot da Lena d¬ī√Āgua, de 1981 e da nova reedi√ß√£o de 2021 (40 anos depois):

 

 

E tamb√©m o divertido filme de anima√ß√£o “Os Mitchells contra as M√°quinas“, para ver no Netflix:

Bom fim de semana!