Trata-se de uma potencial transformação para as indústrias de publicidade e cinematográfica. Focada na produção de vídeo, a DeepCake nasceu em 2020 com o objetivo de criar clones digitais de celebridades, como, por exemplo, conhecidos atores de Hollywood.
Analisando milhares de imagens através de inteligência artificial, o serviço gera um “gémeo” com uma precisão impressionante, que é capaz de atuar em vídeos publicitários ou até em filmes, sem que ninguém desconfie de que é uma construção digital.
Esta solução tecnológica já foi utilizada numa campanha publicitária de uma empresa de telecomunicações russa em que o ator Bruce Willis autorizou a clonagem digital da própria imagem.
Esta clonagem, através de inteligência artificial, está a estender-se também à voz. Como é o caso da voz do ator James Earl Jones, o ator que interpretou a voz da personagem Darth Vader em Star Wars, foi clonada digitalmente por uma empresa chamada Respeecher para ser utilizada na série da Disney “Obi-Wan Kenobi”.
Neste We Love, a equipa da Instinct dá-lhe sugestões daquilo que não deve mesmo perder…
A startup VEM venceu o Concurso de Ideias de Negócio de Cascais 2026, conquistando 10…
Google e Flo juntam dados para melhorar a saúde feminina | SpaceX junta X, Grok…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
O Aeropod é uma pequena cápsula que permite arejar o solo sem recorrer a máquinas…
Philippe Aghion, Prémio Nobel da Economia