A Apple registou receitas de 94,93 mil milhões de dólares no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 10,6% em relação ao trimestre anterior (85,8 mil milhões de dólares).
Já o lucro líquido foi de 14,73 mil milhões de dólares sendo que, no período homólogo, este valor tinha sido de 22,96 mil milhões de dólares. Os resultados foram afetados pelo pagamento decretado pela União Europeia de 10,2 mil milhões de impostos na Irlanda (num caso que já se arrastava desde 2016).
No que diz respeito às receitas do iPhone, este valor subiu em relação ao trimestre homólogo, de 45,04 mil milhões para 46,22 mil milhões de dólares. Este número foi superior às expectativas de 45,47 mil milhões dos analistas.
A empresa comunicou também que o iPhone 16 continua a ser o produto mais importante da Apple, representando cerca de 49% das vendas globais da empresa.
Já as receitas dos serviços da empresa, que incluem subscrições online como a iCloud, foram de 24,97 mil milhões de dólares, um valor inferior ao esperado pelos analistas (de 25,28 mil milhões de dólares).
Amazon com receitas acima do esperado
As receitas da Amazon no terceiro trimestre do ano foram de 158,88 mil milhões de dólares, um aumento de 11% em relação ao período homólogo.
Relativamente à Amazon Web Services, as receitas foram de 27,5 mil milhões de dólares, um aumento de 19% em relação ao período homólogo, sendo que os lucros operacionais da unidade de cloud da empresa foram de 10,4 mil milhões de dólares.
Em relação às receitas em publicidade, este valor subiu 19% em relação ao trimestre homólogo, para 14,3 mil milhões de dólares.
Para o quarto trimestre do ano, a empresa prevê receitas entre 181,5 mil milhões e 188,5 mil milhões de dólares. Já os lucros operacionais deverão ser de 16 mil milhões a 20 mil milhões.
Meta anuncia expansão de modelo de AI para mais países
A Meta anunciou a expansão do Meta AI, assistente de inteligência artificial da empresa, para 6 novos países.
O Meta AI, que já tem quase 500 milhões de utilizadores ativos todos os meses, vai estar, agora, acessível no Reino Unido, no Brasil, nas Filipinas, Bolívia, Guatemala e Paraguai. A empresa pretende lançar o modelo em mais países, incluindo do Médio Oriente, de forma gradual.
A ferramenta vai suportar também novos idiomas, como o árabe, o indonésio, o tailandês e o vietnamita, estando, em breve, disponível em 43 países e em mais de uma dezena de idiomas.
Esta atualização integra a estratégia da gigante de tecnologia para rivalizar diretamente com o ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, e ter o assistente virtual com mais utilização mundial até ao final do ano.
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