NOTA: Todo o conteúdo (texto, infográficos, áudio e vídeo) deste artigo foi gerado por inteligência artificial e revisto pela equipa da Instinct.
Há uma década, o mundo assistiu a um marco histórico quando o sistema de inteligência artificial AlphaGo derrotou o campeão mundial do complexo jogo de Go, Lee Se-dol, em Seul. Num artigo comemorativo publicado no blog oficial da Google, Demis Hassabis, CEO da Google DeepMind, reflete sobre esta caminhada extraordinária, sublinhando que este evento revelou o início da era moderna da AI. O momento mais emblemático dessa partida em 2016 foi o famoso “Movimento 37”, uma jogada tão criativa e pouco convencional que os comentadores pensaram inicialmente tratar-se de um erro. Esta faísca criativa demonstrou a capacidade da AI de ultrapassar a mímica humana e descobrir estratégias inteiramente novas.
Como refere Hassabis no seu artigo, o AlphaGo não representou apenas um marco nos videojogos, mas serviu como o ponto de viragem para a ciência moderna e um “roteiro vindo do futuro”. O desenvolvimento subsequente de sistemas como o AlphaGo Zero e o AlphaZero, que aprenderam a dominar jogos como xadrez e shogi a partir do zero utilizando redes neuronais profundas e aprendizagem por reforço, provou que a tecnologia estava pronta para ser aplicada na aceleração de descobertas científicas reais.
A transição da diversão para a ciência atingiu um dos seus maiores picos quando a DeepMind começou a focar-se no problema do enovelamento de proteínas, um desafio científico sem resolução há 50 anos. Em 2020, o sistema AlphaFold 2 decifrou este problema, modelando as estruturas de todos os 200 milhões de proteínas conhecidas pela ciência. Esta base de dados foi disponibilizada gratuitamente e é hoje utilizada por mais de 3 milhões de investigadores no desenvolvimento de vacinas, novos fármacos e enzimas que consomem plástico. O impacto desta descoberta foi tão profundo que rendeu a Demis Hassabis e John Jumper o Prémio Nobel da Química em 2024.
Hoje, a herança destas técnicas pioneiras continua viva e a expandir-se para múltiplas frentes de investigação. A abordagem do AlphaGo foi adaptada para resolver problemas complexos com grande sucesso:
Olhando para o horizonte, o artigo de Hassabis aponta que o grande objetivo agora é a Inteligência Artificial Geral (AIG). Apesar de os atuais modelos serem impressionantes, ainda são altamente especializados. A verdadeira AIG exigirá a compreensão física do mundo e a capacidade de encontrar ligações entre diferentes áreas do conhecimento, à semelhança dos melhores cientistas.
Para lá chegar, a estratégia passa por combinar a capacidade de compreensão multimodal e de criação de modelos como o Gemini com as extraordinárias técnicas de planeamento e pesquisa do AlphaGo. A convicção do CEO da DeepMind é de que esta convergência de tecnologias abrirá caminho a uma nova era de ouro da descoberta científica, capaz de fornecer ferramentas para resolver algumas das maiores adversidades da humanidade, como o desenvolvimento de energia limpa ilimitada e a cura de doenças complexas.
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