As receitas da Apple no segundo trimestre do ano foram de 94,04 mil milhões de dólares, um aumento de 9,6% em relação ao período homólogo e um valor bem acima das previsões dos analistas. Este é o maior crescimento trimestral da empresa desde dezembro de 2021.
Estes números foram impulsionados pela subida de 13% na venda de iPhones (44,58 mil milhões), e pelo aumento das receitas na China. Tim Cook, CEO da Apple, atribuiu estes números à maior popularidade do iPhone 16, em comparação com o modelo anterior e referiu que muitos dos compradores são utilizadores atuais de iPhone que quiseram fazer um upgrade.
Já o lucro líquido foi de 24,43 mil milhões de dólares, um aumento de 8% tendo em conta o período homólogo (de 21,45 mil milhões de dólares).
A divisão de Serviços, que engloba subscrições do iCloud e a App Store, registou um crescimento de 13%, atingindo os 27,42 mil milhões de dólares.
Azure cresce 39% e impulsiona resultados da Microsoft
A Microsoft registou receitas de 76,44 mil milhões de dólares no segundo trimestre do ano, um aumento de 18% em relação ao período homólogo e um valor superior às estimativas dos analistas.
O lucro líquido foi de 27,23 mil milhões, uma subida de 24%.
A unidade Cloud, que inclui a Azure, gerou 29,88 mil milhões de dólares, um aumento de cerca de 26%. Especificamente a Azure registou um crescimento de 39% nas receitas trimestrais, acima da projeção dos analistas, que apontavam para um aumento de 34%.
Pela primeira vez, a gigante tecnológica divulgou o valor das receitas da Azure em dólares: mais de 75 mil milhões no último ano, um aumento de 34% face ao ano anterior.
Com o bom desempenho potenciado pelo forte investimento de inteligência artificial, Amy Hood, diretora financeira da empresa, anunciou que vai continuar a investir-se fortemente em centros de dados, com um montante de 30 mil milhões de dólares previsto já para o próximo trimestre.
Receitas da Amazon sobem 13%
A Amazon apresentou receitas de 167,7 mil milhões de dólares no segundo trimestre do ano, um aumento de 13% em relação ao homólogo.
Em relação ao lucro líquido, este valor foi de 18,2 mil milhões de dólares, um aumento de 34% tendo em conta o período homólogo (de 13,5 mil milhões).
Já a Amazon Web Services (AWS), a divisão de cloud da empresa, registou um aumento de 17% nas receitas, totalizando 30,87 mil milhões de dólares. No entanto, o crescimento da AWS ficou aquém da Azure da Microsoft (39%) e da Google Cloud (32%), que também estão a reforçar os seus investimentos em AI.
O negócio publicitário da Amazon cresceu 23%, totalizando 15,69 mil milhões de dólares. Apesar de ainda ser menor em escala que os segmentos de retalho e cloud, esta área tem-se tornado cada vez mais lucrativa, e é atualmente a terceira maior plataforma de publicidade digital, atrás da Alphabet e da Meta.
Para o próximo trimestre, a gigante prevê receitas entre 174 mil milhões e 179,5 mil milhões de dólares.
Lucros da Meta sobem 36%
As receitas da Meta foram de 47,52 mil milhões de dólares no segundo trimestre do ano, uma subida de 22% tendo em conta o período homólogo.
Já o lucro líquido foi de 18,3 mil milhões de dólares, um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para o terceiro trimestre, a Meta projeta receitas entre 47,5 mil milhões e 50,5 mil milhões de dólares. Já a previsão de investimentos para 2025 foi revista em alta na base do intervalo, devendo variar entre 66 mil milhões e 72 mil milhões de dólares.
Esses recursos vão ser destinados à expansão da força de trabalho, infraestrutura, centros de dados e fornecimento de energia, componentes essenciais para manter a competitividade no setor de inteligência artificial.
Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, referiu na apresentação de resultados que está a realizar estes investimentos porque tem “a convicção de que a superinteligência vai transformar positivamente todas as áreas” da sua atividade.
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