Oura prepara entrada em bolsa nos Estados Unidos
A Oura apresentou de forma confidencial o pedido para entrar em bolsa nos Estados Unidos. A empresa finlandesa, conhecida pelos seus anéis inteligentes de monitorização de saúde, poderá avançar para IPO ainda este ano. A avaliação mais recente ronda os 11 mil milhões de dólares.
Os dispositivos da Oura acompanham métricas como sono, atividade física e frequência cardíaca. A empresa prevê receitas próximas dos 2 mil milhões de dólares em 2026 e já soma milhões de utilizadores com subscrição paga.
Fundada na Finlândia, a Oura já captou mais de 1,5 mil milhões de dólares junto de investidores.
Meta aposta em energia solar espacial

A Meta assinou um acordo com a Overview Energy para testar o uso de energia solar recolhida no espaço. O plano prevê desenvolver satélites que captam energia solar de forma contínua e a enviam para a Terra, onde é convertida em eletricidade. A solução destina-se sobretudo a alimentar centros de dados.
A tecnologia recorre a parques solares terrestres que recebem a energia transmitida pelos satélites. Estes parques fazem a conversão final para eletricidade, permitindo a produção mesmo durante a noite.
O projeto ainda está em fase inicial. Os primeiros testes em órbita estão previstos para 2028, com possível uso comercial no final da década.
OpenAI e Microsoft renegociam parceria

A OpenAI e a Microsoft chegaram a um novo acordo que altera a relação entre as duas empresas. O entendimento põe fim a vários elementos de exclusividade que marcavam a parceria, sobretudo no acesso da Microsoft à tecnologia da OpenAI. Em causa estava também a polémica em torno do megacontrato de até 50 mil milhões de dólares com a Amazon.
Com o novo modelo, a Microsoft deixa de ter direitos exclusivos sobre os produtos e propriedade intelectual da OpenAI. Em vez disso, passa a ter uma licença não exclusiva válida até 2032. A OpenAI ganha liberdade para distribuir os seus modelos noutras plataformas de cloud, incluindo a Amazon.
O acordo resolve ainda um potencial conflito jurídico ligado ao contrato com a Amazon. A Microsoft já não pode contestar a colaboração da OpenAI com terceiros. Apesar da abertura, mantém-se como parceiro principal e continua a beneficiar financeiramente do crescimento da empresa, embora com regras mais limitadas do que antes.

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