Por Patrícia Silva, Gestora de Comunicação e Marketing na FABERNOVEL INNOVATE Lisboa
“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL.
Esta novidade pode ser um impulsionador das receitas dos Media e fazer com que grandes publicações, como o The New York Times ou a Forbes, regressem à plataforma Instant Articles. Ainda assim, revela que esta indústria continua dependente de plataformas como o Facebook para captar audiência e gerar receitas.
Na nova economia, os efeitos de rede são o grande trunfo das gigantes tecnológicas. O facto de ser uma multi-plataforma, multi-media, multi-app à qual os utilizadores acedem múltiplas vezes por dia faz do Facebook o melhor distribuidor de (qualquer) conteúdo do planeta e, por isso, uma plataforma incontornável.
A empresa está a encorajar (para já só) os membros do Amazon Prime a postar stories, ideias e imagens de produtos que apreciam, aos quais outros utilizadores podem reagir com comentários ou “smiles”. A feed não tem por base o histórico de compras, a ideia é que os utilizadores indiquem tópicos de interesse para que a experiência seja personalizada.
Qual o objetivo da Amazon? A criação de um novo sistema de avaliação de produtos e, sobretudo, acabar com o grande gap que existe nas recomendações e descoberta de novos produtos no e-commerce, em general, e na Amazon, em particular.
E se a forma como estes serviços são disponibilizados for capaz de desafiar o duopólio da Apple e da Google, detido através das App Stores, e de transformar a forma como os utilizadores acedem à Internet e aos serviços digitais?
Estas novas funcionalidades são disponibilizadas através de “mini-apps”, mais baratas e mais fáceis de desenvolver e gerir do que as apps nativas tipicamente descarregadas nas App Stores. Estas apps-dentro-de-apps dispensam download e são capaz de criar um elevado nível de envolvimento.
Será que vamos entrar numa era pós-apps? Talvez (ainda) não. A Apple e a Google têm vindo também a adicionar funcionalidades às suas Apps de messaging nativas e a apresentar novas políticas que definem como as aplicações podem integrar mini-apps.
A empresa comprometeu-se a financiar, com um total de 50 milhões de dólares, várias organizações sem fins lucrativos focadas em utilizar a tecnologia para melhorar a procura de emprego, a adequação entre competências e empregos disponíveis e o aumento das qualificações.
À medida que a tecnologia está a revolucionar a forma como trabalhamos, a Google tem-se mostrado empenhada em captar uma “fatia” desta transformação. Exemplo disso foi o lançamento do Google for Jobs, uma funcionalidade no seu motor de busca que promete transformar o modelo de procura e oferta de emprego e que pode ser uma verdadeira ameaça para o negócio de classificados de emprego das empresas de Media e para as empresas de recrutamento.
Mais recentemente, a gigante lançou também o Google Hire, um novo serviço que apoia as empresas no processo interno de gestão de candidaturas. A vantagem da Google é simples: a variedade de dados que recolhe permite-lhe segmentar melhor os potenciais candidatos para determinada função.
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