Subscreva o nosso podcast em:
Apple Podcasts | Spotify | Google Podcasts | TuneIn
A Disney lançou o Disney+, o seu novo serviço de streaming de vídeo (6.99 dólares/mês), que atingiu mais de 10 milhões de subscritores no dia do lançamento.
Inicialmente, o serviço está disponível nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia, mas já tem data marcada de lançamento, em março de 2020, em mais mercados europeus, incluindo a Alemanha, a França, Itália, Espanha e Reino Unido.
O Disney+ agrega conteúdos da Disney, da Pixar, da Marvel, do Star Wars e da National Geographic, incluindo novos conteúdos originais.
O lançamento de um serviço direct-to-consumer é uma nova estratégia de negócio, que demonstra que a Disney está a seguir um novo caminho independente e autónomo suportado pelo seu portefólio de conteúdos únicos e marcas fortemente reconhecidas.
Através do Disney+, deixa também claro que passou a considerar o Netflix, a Apple TV+, o YouTube TV e a Amazon Prime Video como concorrentes.
Se a transformação na indústria de media é importante para a sua empresa, contacte a FABERNOVEL:
A Dognosis desenvolveu o BreathEasy, um teste que analisa a respiração para procurar sinais de…
Qwen ultrapassa rivais nos downloads | Starcloud angaria 250 milhões para centros de dados no…
Neste Weekend, explicamos-lhe o que é o Muse, o novo agente de inteligência artificial da…
Há ideias que ficam no papel. E há outras que já estão a transformar o…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Revolut quer criar rede mundial de lounges em aeroportos | Receitas da Tencent sobem 11%