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A produção defeituosa é um dos maiores problemas da indústria têxtil e mais de 80% dos defeitos poderiam ser evitados na fase de produção. Foi com base nesta premissa que nasceu a Smartex. Fundada em 2018 por Gilberto Loureiro, António Rocha e Paulo Ribeiro, esta startup portuguesa desenvolveu uma solução, destinada a fabricantes de têxteis, que identifica automaticamente defeitos durante a produção.
Com esta automatização, a Smartex garante uma redução da produção defeituosa para perto de 0% e também, claro, uma redução do desperdício de matéria-prima e de recursos.
A startup desenvolveu também uma plataforma online onde os fabricantes podem monitorizar a produção em todas as máquinas em que o sistema está instalado.
Neste momento, os principais mercados da startup são a China, Índia, Turquia, Brasil e Portugal, onde tem clientes como a Tintex, Malhas Carregal, Rifertex e a Polopiqué.
Nascida de um spin-off da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, a Smartex já passou por programas de aceleração em Shenzhen, na China, em Silicon Valley, nos Estados Unidos, e também em Amesterdão, nos Países Baixos.
Desde que foi fundada em 2018, já captou 2,6 milhões de dólares.
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