A oferta de TV over-the-top de diferentes agregadores de conteúdos, como o Netflix ou o Amazon Prime Video, constitui uma ameaça aos operadores de telecomunicações e estes sentem necessidade de procurar ativos e argumentos para concorrer com estes players. E, por isso, adquirem empresas de media que podem oferecer-lhes conteúdos exclusivos para atrair e manter subscritores – caso da AT&T e Time Warner; Comcast e NBC; Verizon e Yahoo!; AOL e Huffington Post.
Agora, foi a vez da 21st Century Fox avançar para a aquisição da Sky, por 14,1 mil milhões de dólares (a Fox já detém 39% da Sky e já havia feito uma tentativa de compra da empresa britânica de televisão e telecomunicações em 2010). Tal como na fusão entre a AT&T e Time Warner, o negócio representa uma integração vertical, só que neste caso é uma empresa de conteúdos norte-americana que está a comprar uma empresa europeia de media e telecomunicações.
A compra tornará, sobretudo, a Fox mais global. Com os direitos sobre conteúdos que possui nos Estados Unidos, a empresa de Rupert Murdoch irá juntar os direitos de transmissão de conteúdos da Sky, nomeadamente de conteúdos desportivos, embora a empresa se encontre a investir mais no entretenimento, através de programas de TV originais.
A união da Fox à Sky será estrategicamente benéfica e complementar, uma vez que permitirá:
Entre os fatores que serviram de catalisadores à decisão da Fox estão o Brexit, que promoveu uma queda das ações da Sky, e, possivelmente, também a eleição de Donald Trump que, com os sinais positivos dados pela bolsa de valores, desencadeou na Fox o sentimento de que há confiança suficiente no mercado para avançar com este negócio.
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