Por Patrícia Silva, Gestora de Comunicação e Marketing na FABERNOVEL INNOVATE Lisboa
“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL.
Ao que tudo indica, a Tesla vai trabalhar lado a lado com o governo porto-riquenho na reconstrução do sistema elétrico da região, recorrendo às suas baterias Powerwall e painéis solares, como já o fez em ilhas de menor dimensão. E a Google está a utilizar os balões do projeto Loon para fornecer Internet e serviço de telefone de emergência.
Também Mark Zuckerberg viajou até Porto Rico em realidade virtual e anunciou que está a trabalhar com a Red Cross para criar uma tecnologia de mapeamento, com base em machine learning e realidade aumentada, para ajudar as organizações a identificar as áreas que mais necessitam de assistência.
A isto podemos chamar de uma verdadeira criação de valor de utilidade… em modo social.
A Apple já tentou também adquirir os direitos de filmes do James Bond, por exemplo. Estes podem ser sinais de que se prepara para a distribuição de conteúdos de vídeo através de um novo serviço de streaming on-demand.
A empresa quer duplicar a receita do negócio de serviços para 50 mil milhões de dólares em 2020 e, muito provavelmente, grande parte deste crescimento será gerado por um serviço de subscrição com conteúdos originais exclusivos.
Estes “Context Cards” vão integrar também serviços de ride-sharing, permitindo chamar um Uber ou Lyft, e fazer reservas de restaurantes através da OpenTable e de outras plataformas.
Porque é que isto pode ser relevante para o Snapchat? Pode aumentar o tempo de permanência na plataforma e é uma potencial nova fonte de receita, uma vez que abre uma porta para as marcas comunicarem. Além disso, é uma fonte de dados valiosos para afinar a segmentação de publicidade e posicionar o Snapchat como uma plataforma de descoberta de novos locais, produtos e serviços.
Mais do que uma plataforma de e-commerce, a Amazon é um império escondido, com potencial de disrupção de várias indústrias: de Retalho, Financeira, Media, Saúde, Moda, Transportes…
Os gigantes do digital, como a Google, Apple, Facebook e Amazon (GAFA), ignoram os silos entre indústrias e investem em diversos setores. A Amazon, paralelamente ao negócio de e-commerce, tem feito um grande investimento na área de Media, por exemplo, produção cinematográfica para o seu serviço de streaming.
Também o seu negócio de publicidade tem crescido a um ritmo acelerado e pode vir a constituir uma verdadeira ameaça ao Google, Facebook, agências e centrais de compra de publicidade e aos Media.
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