Receita da Apple ultrapassa os 100mM de dólares

Subscreva o nosso podcast em:
Apple Podcasts | Spotify | Google Podcasts | TuneIn

 

Receita da Apple ultrapassa os 100mM de dólares

A Apple apresentou uma receita de 111,4 mil milhões de dólares, no quarto trimestre de 2020, se compararmos com o PIB de Portugal é o equivalente a quase metade num único trimestre. Este valor de receitas da Apple, que representa um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2019, faz deste o seu melhor trimestre de sempre. 

O lucro no trimestre cresceu 29% para 28,8 mil milhões de dólares. 

Todas as categorias de produto cresceram a dois dígitos, com o iPad a destacar-se com um crescimento das receitas de 41% (8.44 mil milhões de dólares). A receita dos serviços, onde se inclui a App Store, a Apple Music e a iCloud, cresceu 24% para 15,76 mil milhões de dólares, e a do iPhone foi a que cresceu menos, mas, ainda assim, aumentou 17% (65.60 mil milhões de dólares) em relação ao ano anterior. 

Um dado relevante para este crescimento é a base de dispositivos. O CEO da Apple, Tim Cook, revelou que a Apple tem agora 1,65 mil milhões de dispositivos ativos.

Como já vem sendo hábito desde o início da pandemia, a Apple não deixou nenhuma previsão em relação ao próximo trimestre.

Lucro do Facebook aumenta 52%

No último trimestre de 2020, o Facebook apresentou uma receita de 28,1 mil milhões de dólares, o que representa um crescimento de 33%. A receita da publicidade cresceu 31% para os 27,2 mil milhões de dólares.

O resultado líquido do trimestre foi de 11,22 mil milhões de dólares, um aumento de 52% face ao ano anterior. 

O número de utilizadores ativos por mês do Facebook cresceu 12%,  para os 2,8 mil milhões de utilizadores. 

Na apresentação de resultados, o Facebook alertou que as alterações à política de privacidade no sistema operativo iOS da Apple poderão prejudicar o seu negócio de publicidade.

Ainda a respeito da Apple, Mark Zuckerberg disse que considera a Apple um dos grandes concorrentes do Facebook, em áreas como a realidade misturada e o messaging, lembrando que o iMessage da Apple é a maior plataforma de mensagens dos EUA, porque vem pré-instalado nos iPhones. Esta afirmação indicia um dos possíveis ângulos de defesa do Facebook em processos judiciais nos Estados Unidos relativos a abusos de posição dominante e também um argumento de contra-ataque à Apple.

Lucro da Tesla fica abaixo das expectativas

A Tesla apresentou resultados do último trimestre de 2020, onde conseguiu uma margem operacional de 575 milhões de dólares, um valor que ficou abaixo das expectativas.

As receitas cresceram 46% para os 10,74 mil milhões de dólares. Com estes resultados, 2020 fica marcado como o primeiro ano da Tesla com lucro em todos os trimestres.

A empresa também apresentou um cash flow positivo de 1.9 mil milhões de dólares, no quarto trimestre de 2020. 

A Tesla não deixou previsões de produção para 2021, mas disse esperar um crescimento médio anual de 50% nos próximos anos. Em 2020, a Tesla atingiu um recorde de venda de carros, tendo ficado muito perto da meta que definiu de 500 mil carros vendidos. 


Novo modelo económico em rede, inspirado pelos GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon – que integra Unicórnios (startups com valorização acima de mil milhões de dólares), gigantes chineses de tecnologia e todas as empresas que mudam as nossas vidas através da tecnologia e inovação.

Outros acrónimos de empresas que seguem estratégias GAFAnomics®:
NATU – Netflix, AirBnB, Tesla e UBER
BATX – Baidu, Alibaba, Tencent e Xiaomi (os GAFA chineses).

Durma descansado, os GAFA estão a trabalhar… possivelmente para transformar (disromper) a sua indústria.

Quer tornar a sua empresa numa empresa GAFAnomics® ? Contacte a FABERNOVEL.

 

Author avatar
Nuno Ribeiro
Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Foi diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.
We use cookies to give you the best experience.