A mente de Steve Jobs nunca esteve aprisionada na realidade. Pelo contrário. Imaginava o que faltava na realidade e criava a solução. As ideias de Jobs eram intuições que nasciam de uma liberdade interior e de um senso épico de possibilidade. Laurene Powell Jobs, viúva do cofundador da Apple, descreve assim o visionário Jobs.
Falar sobre um dos empreendedores mais criativos do mundo nunca é fácil, quando tanto já foi partilhado em livros, filmes ou documentários, mas não queria deixar de recomendar o e-book que li recentemente. “Make Something Wonderful: Steve Jobs in his own words” (de acesso livre) é uma compilação de discursos, entrevistas e emails enviados por Steve Jobs que nos levam numa cativante viagem de vida conduzida pelas suas próprias palavras.
Da infância recorda que o fósforo do interesse por eletrónica foi acendido pelo pai, através dos carros que arranjava, e sobretudo por um vizinho de Silicon Valley, que era engenheiro na HP. Quando começou a trabalhar nos computadores pessoais e fundou a Apple com Steve Wozniak, em ‘76, apenas juntou (literalmente) as peças para construir algo novo, como já se tinha habituado a ver na infância.
Sob a liderança de Steve Jobs, a Apple e a Pixar transformaram as indústrias de computação, telecomunicações, música e filmes, através de uma consistência notável nos valores que Jobs prezava:
No fundo, Steve Jobs só queria criar coisas extraordinárias – quer fosse na Apple, na NeXT, na Pixar, ou em qualquer outra empresa. E é, por isso, que este e-book é uma verdadeira inspiração para as empresas que querem inovar.
“The real big thing is: if you’re going to make something, it doesn’t take any more energy—and rarely does it take more money— to make it really great. All it takes is a little more time and a willingness to persevere until it’s really great.” – Steve Jobs, sobre o design de produto.
Steve Jobs é sinónimo de uma busca incessante pela excelência que ainda hoje perdura na Apple sob comando de Tim Cook. Não é coincidência que a sua frase preferida seja a do filósofo Aristóteles: “Somos aquilo que fazemos com consistência. A excelência não é, por isso, um ato, mas sim um hábito”.
One More Thing… 🙂
Neste e-book está um dos emails que Steve Jobs enviou para si próprio, no ano de lançamento da iTunes Music Store, em 2003, com uma lista das suas músicas preferidas. Fica também como sugestão ouvir esta playlist no fim de semana, com músicas de Bob Dylan e dos Beatles, de quem Jobs era fã.
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