Categories: The Big Ones

Receitas da Alphabet crescem 11%

As receitas da Alphabet regressaram a um crescimento a dois dígitos. 11% foi quanto cresceram as receitas, em relação ao 3º trimestre do ano passado, o que se traduz em 76.7 mil milhões de dólares. Os lucros cresceram 41.5% para 19.7 mil milhões de dólares.

Os resultados são sustentados sobretudo pelas receitas da publicidade que cresceram 9.5%. No caso concreto do YouTube cresceram 12.5% para quase 8 mil milhões de dólares.

A divisão cloud da Google, que este ano passou a ter lucro pela primeira vez, apresentou receitas de 8.4 mil milhões de dólares, mais 22% do que no mesmo trimestre de 2022 e conseguiu um lucro operacional de 266 milhões de dólares. No 3ºT de 2022 tinha tido prejuízos de 440 milhões.

Pode consultar aqui os resultados

Negócio de publicidade da Amazon cresce 26%

No 3º trimestre, a Amazon apresentou receitas de 143 mil milhões de dólares (+13% do que no mesmo trimestre de 2022) e o lucro operacional aumentou 343% para 11.2 mil milhões de dólares. 

Um dos motores destes resultados é o serviço de cloud Amazon Web Services que cresceu 12% para 23.1 mil milhões de dólares em receitas.

O negócio de publicidade não ficou atrás, apresentando um sólido crescimento de 26%, com receitas de 12.1 mil milhões de dólares.

Pode consultar aqui os resultados

Lucros da Meta aumentam 164%

As receitas da Meta cresceram 23% para 34.1 mil milhões de dólares, em relação ao mesmo período do ano passado. No 3º trimestre, os lucros atingiram os 11.6 mil milhões de dólares, mais 164%. 

Todas juntas, as aplicações da Meta totalizaram 3.9 mil milhões de utilizadores ativos por mês (+7%) – o que representa quase metade da população mundial.

As receitas de publicidade destacaram-se com um crescimento de 23.5%, que superou o crescimento de concorrentes como a Alphabet e o Snap. 

A divisão Reality Labs apresentou prejuízos de 3.7 mil milhões de dólares, como resultado do grande investimento que a Meta está a fazer nas plataformas de realidade virtual e aumentada e Mark Zuckerberg informou os acionistas que é provável que a divisão Reality Labs só comece a ter retorno em 2030.

Pode consultar aqui os resultados


INSTINCT

Fundada em 2012, em Lisboa, a Instinct foi uma das primeiras agências de inovação em Portugal. Inspirada pelas empresas líderes na nova economia e com uma abordagem customer-centric, a Instinct ajuda as empresas a mudar o foco: Conhecer os clientes antes da estratégia, pensar numa solução antes da tecnologia e, sobretudo, testar antes de investir. Da consultoria, passando pelo design, pela tecnologia e pela comunicação, a Instinct ajuda as grandes empresas a executar a sua melhor versão de futuro. E-mail: hello@instinct.pt

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